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Fracasso em atentado contra Sérgio Moro e “falar demais” levam PCC a executar planejador

Fracasso em atentado contra Sérgio Moro e “falar demais” levam PCC a executar planejador

Janeferson Aparecido Mariano Gomes, conhecido como Nefo e membro da Sintonia Restrita do PCC, foi executado na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau após coordenar um plano fracassado de atentado contra o senador Sérgio Moro. Nefo, que havia sido capturado durante a Operação Sequaz em março de 2023, é suspeito de ter comprometido o plano ao “falar demais”, resultando em um acerto de contas interno da facção.

Durante seis meses, os criminosos sob o comando de Nefo monitoraram Moro, alugando propriedades para vigilância e esconderijo de armas e dinheiro. O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) descobriu o plano através de celulares apreendidos, revelando imagens e comentários dos criminosos, além de pesquisas sobre residências oficiais de outras autoridades.

O Plano B da facção, que incluía atentados contra Moro e o promotor Lincoln Gakiya, foi desmantelado pela polícia que apreendeu explosivos e materiais na casa usada pelo grupo em Curitiba. O objetivo principal do PCC, no entanto, era o resgate do líder Marcola, com treinamento de mercenários e recrutamento para invadir o presídio federal de Brasília, mas as prisões da Sintonia Restrita frustraram esses planos.